AGENDA DE SHOWS

 

MARÇO/2020

29 ÀS 17H (TRANSFERIDO PARA OUTUBRO POR CONTA DO COVID19)

PROJETO MULHER COMVIDA

PARQUE NO CARMO (SÃO PAULO, SP)

 

JUNHO/2020

(DATA A CONFIRMAR)

AMERICANA, SP

 

AGOSTO/2020

(DATA A CONFIRMAR)

BARRETOS, SP

 

 

SETEMBRO/2020

(DATA A CONFIRMAR)

JAGUARIÚNA, SP

 

OUTUBRO/2020

(DATA A CONFIRMAR)

SUMARÉ, SP

 

(DATA A CONFIRMAR) PROJETO MULHER COM VIDA

PARQUE DO CARMO - SÃO PAULO, SP

Agendamento de shows aberto para Claudiah canta Adele e Na Estrada.

 

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CLAUDIAH NA ESTRADA

 

 

Depois da surpreendente e envolvente “Free Road” (Claudiah/Marlene Querubin), divulgada no fim do ano passado, a cantora  Claudiah  prepara outro presente para os fãs. Ela lança seu novo EP, batizado de “Claudiah na Estrada”, e também a nova música de trabalho,  “Não Vale Nada”.

 

Composição autoral, em parceria com Marlene Querubin, Luckas Gues e Renato Trindade, "Não Vale Nada” nasceu de forma inusitada. Durante um jantar com Marlene, o relato da experiência vivida por uma amiga serviu de inspiração para que elas criassem o refrão marcante da canção.  A faixa pode ser considerada como uma mistura de ritmos e influências, navegando entre o sertanejo e a vanera, com direito a violino, triângulo e baião entre os instrumentos.

 

Ousadia que a própria cantora faz questão de adotar em todo o seu trabalho. Filha do aplaudido cantor gospel Jorge Ortany e sobrinha do saudoso maestro Carlos Piper, cuja biografia traz trabalhos com ícones como Elis Regina  e importante contribuição para a MPB com sua orquestra, Claudiah tem uma leitura muito particular do novo álbum. “Esse trabalho pode ser descrito como uma mistura daquilo que está enraizado em mim. Venho de uma família de cantores e circenses, e vivi muito tempo viajando com o circo. Trago um pouco da influência de cada país, de cada cidade  por onde passei”, afirma a cantora, que viajou pelo mundo e morou por três anos nos Estados Unidos, assimilando como grandes referências principalmente o country, com nomes como Dolly Parton, Garth Brooks e Alabama, e o rock (Bob Dylan e Creedence).

 

Com exceção de “Free Road” (produzida por Ney Marques), Marlene Querubin, Emerson Warly (Estúdio Levadas) e Claudiah assinam a direção musical de quatros das cinco faixas do álbum. Com essa liberdade em participar da criação, ela conseguiu imprimir no trabalho a sua personalidade musical, mostrando a maturidade adquirida com todas as vivências. Ela faz questão, porém, de enaltecer o profissionalismo, a dedicação e a leitura correta dos profissionais do estúdio Levadas, que souberam captar a essência e transformar a sua verdade em algo tangível para o público.

 

Público, aliás, que é grande alvo do trabalho, que fique bem claro. Ela deixa cravado nas entrelinhas que não canta para agradar músicos, crítica ou qualquer grupo específico. Ela quer ser ouvida. E ouvi-la é uma experiência (no mínimo) diferenciada. O repertório, a forma de cantar e a absoluta aversão a rótulos justifica a viagem musical a que ela se propõe.

 

Em “Não Vale Nada” ela também inova com o seu já conhecido e natural “drive” (técnica vocal que produz um som rouco e grave), só que desta vez no sertanejo. O artifício, antes visto apenas em gêneros como rock, blues ou soul, é mais um diferencial do seu trabalho.

 

Eclético, além da já lançada “Free Road”, um country rock com pitadas de música eletrônica,  o repertório ainda traz mais três inéditas. “Um Oito Zero (180)” (Marlene Querubin/Renato Trindade/Nikon), uma das principais apostas da artista, toca na ferida ao falar de violência sofrida pela personagem da canção pelas mãos do próprio companheiro, porém mostra a força da mesma em dar a volta por cima, denunciar o abuso e tomar as rédeas da vida. E nada como uma mulher forte, como Claudiah, contando histórias de mulheres fortes. O título da faixa, guardada há três anos na gaveta, faz referência ao disque-denúncia contra assédio e violência contra a mulher, que tem ajudado centenas de vítimas desses casos diariamente.

 

A deliciosa “Cortando Voltas”, presente inestimável do compositor Renato Trindade que parece ter sido feita especialmente para a cantora, tamanha o “casamento” entre música e intérprete, segue a mesma linha: letra com conteúdo e melodia apaixonante. Outra que traz uma mensagem atemporal, e talvez mais reflexiva ainda em tempos difíceis como a da pandemia global pela qual passamos, é “Jah”, letra e melodia  assinadas por Claudiah, um reggae daqueles que você quer ouvir sem parar. Sonoridade de primeira.

 

Marlene Querubin, responsável pela descoberta de tão talentosa artista, além de parceira de composições, espera que o lançamento atinja o objetivo. “Neste momento tão ímpar da história da humanidade, a Claudiah, com sua voz e timbre marcantes, nos traz um acalento. Mulher de múltiplos talentos: cantora, malabarista e musicista, ela toca sax, violão, piano, entre outros instrumentos. Temos uma mega  parceria em várias canções, entre elas a Não Vale Nada, nossa nova aposta. O lançamento já estava agendado antes mesmo da pandemia e mantivemos a data. Temos shows agendados para o Circuito Brahma de Rodeio, inclusive Barretos, então tenho fé que em breve estaremos na estrada e todos poderão vê-la e ouvi-la de perto”, afirma a empresária.

 

A expectativa é enorme. Foi um grande trabalho até esse lançamento e desejo que o público curta a proposta. Tive a oportunidade de mostrar algo que é a minha verdade, a forma que eu enxergo a música. Coisas que eu gosto de ouvir. Sem rótulos, sem preconceitos. Estou num momento pleno e quero compartilhar isso. O circo, mãe de todas as artes, me ensinou a ser assim”, afirma Claudiah.

O EP é um lançamento da gravadora Festa Music e Spacial Entretenimento, com distribuição da Fluve,  uma empresa do grupo Globo e parceira da Gravadora Som Livre. A produção executiva é da 8 Entretenimento.

 

 

 

Ficha Técnica - Claudiah na Estrada (*)

 

Produção Executiva: 8 Entretenimento
Direção Musical: Marlene Querubin, Emerson Warly e Claudiah
Teclado: Emerson Warly
Violão e Guitarra: Josenildo Silva Santos (Kinho)
Baixo: Ademilson Silva Santos (Xandy)
Bateria: Matheus Silva Ferreira
Gravação: Estúdio Levadas
Editora: Aerbrasil (Adm. Som Livre Edições Musicais)
Gravadora: Festa Music e Spacial Entretenimento, com distribuição da Fluve,  uma empresa do grupo Globo e parceira da Gravadora Som Livre

 

(*) exceto Free Road, gravada no Flautim, com produção musical de Ney Marques

 

 

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